primeira ação: vamos mudar a nossa relação com a água
Entendendo o ciclo da água, que significa ser consciente de onde vem a água que usamos e para onde ela vai depois que a usamos.
Sendo conscientes de que somos canais de água e que fazemos parte do ciclo da água. A água flui por nosso corpo limpando-o da mesma forma que o faz com o resto do planeta.
Transformando os rios em protagonistas. Rios são a melhor maneira de reconexão com a natureza nas cidades. Eles atuam como espelhos de nossas escolhas. Rios limpos são um sinal de saúde urbana.
segunda ação: vamos relevar o atual sistema de saneamento
 
Descobrindo o sistema natural de rios enterrados. Só porque eles estão enterrados, não quer dizer que não existem. Eles estão fluindo, e isso fica mais evidente quando chove, por causa das enchentes. Descobrir rios enterrados ajuda a trazer consciência sobre o sistema.
 
Trazendo transparência para a atual estrutura de tubos, canos e estações de tratamento. Hoje, não somos capazes de checar se o sistema funciona corretamente. Transparência no sistema nos ajudará a ter maior controle sobre o processo e demandar mudanças, quando necessário.
terceira ação: impulsionando um novo design para o saneamento básico com uma abordagem mais distribuída
 
Promovendo educação sobre poluição difusa. Tanto cidadãos como municípios são responsáveis por parar de poluir os rios com garrafas, com plástico e com todo o lixo que produzimos no estilo de vida urbano.
 
Tornando-se mais autônomo em soluções de tratamento de água. O maior benefício em ter um sistema mais distribuído é que ele possibilita que o tratamento do esgoto seja efetuado próximo à fonte onde é produzido. O resultado é menos esgoto correndo por baixo da cidade, reduzindo as chances de vazamentos e poluição das águas subterrâneas. Também soluções customizadas para diferentes situações e controle local.
 
Promovendo educação sobre conexões clandestinas. Tanto cidadãos como municípios são responsáveis por parar de poluir os rios com esgoto. Por exemplo, as pessoas em geral não sabem como checar se suas casas ou prédios estão conectadas às redes de coleta municipais.
As implicações dessa mudança são claras.
Ganharemos ou perderemos a luta global por sustentabilidade nas cidades.
ban ki-moon